Honda CG 160 lidera vendas no Brasil

O mês de dezembro de 2025 foi marcado por um forte desempenho nas vendas de motocicletas, culminando em um ranking que novamente evidenciou o domínio da Honda no mercado brasileiro. Até o dia 29 de dezembro, a Honda CG 160 confirmou sua liderança, com impressionantes 38.814 unidades vendidas, representando um crescimento de 17% comparado à média diária de vendas do mês anterior, novembro de 2025.

Principais concorrentes e suas performances

Na segunda posição do ranking, a Honda Biz também apresentou um desempenho notável, com 21.925 unidades comercializadas, o que gerou um aumento de 23,6% em comparação ao mês anterior. Este crescimento acentuado reflete a popularidade do modelo, amplamente conhecido por sua eficiência e praticidade para o dia a dia.

O terceiro lugar ficou com a Honda Pop 110i, que vendeu 19.640 unidades, marcando uma alta de 9,4% em relação ao mês anterior. Outros modelos, como a Honda NXR 160 e a Honda CB 300F, também se destacaram, com vendas de 16.316 e 5.945 unidades, respectivamente. A CB 300F teve um crescimento notável de 25,4% nas vendas em relação a novembro.

O que mostra esse crescimento?

Esses dados são um reflexo não apenas da preferência dos consumidores por motocicletas praticas e econômicas, mas também indicam a habilidade da Honda em se manter relevante em um mercado em constante mudança. Com o aumento nas vendas, a fabricante tem conseguido não só consolidar sua posição como líder, mas também atrair novos clientes.

É importante mencionar que outras marcas, como a Yamaha, também estão presentes no ranking, com a YBR 150 alcançando 5.848 unidades e um crescimento de 21,8%.

Ranking completo das top 5 motos mais vendidas

Confira abaixo o ranking das motocicletas mais vendidas em dezembro de 2025:

Esses números são significativos para o mercado brasileiro, pois destacam a resistência e o apelo dos modelos Honda, que continuam a ser a primeira escolha dos consumidores. Além disso, o crescimento nas vendas de motocicletas, em geral, pode ser visto como um indicativo da recuperação econômica, onde a mobilidade e o transporte de baixo custo se tornam fundamentais.