A GWM confirmou a chegada de dois SUVs inéditos ao mercado brasileiro ainda em 2026: o Haval H7 e o Tank 400. Os modelos fazem parte de um plano ambicioso da montadora chinesa, que projeta até 12 lançamentos no país ao longo do ano. A ofensiva marca uma virada clara de estratégia da marca, que agora mira tanto volume de vendas quanto posicionamento de imagem.
Haval H7: o equilíbrio entre porte, tecnologia e preço
Previsto para o segundo semestre de 2026, o Haval H7 chega para ocupar o espaço entre o H6 e o H9 na linha da marca. O modelo compartilha a base do H6, mas adota visual mais imponente, com linhas retas e aparência aventureira inspirada em SUVs de maior porte.
O H7 terá cinco lugares e dimensões intermediárias: maior que o H6, porém menor que o H9, com porta-malas generoso e proposta claramente familiar. A motorização principal será um sistema híbrido plug-in com motor 1.5 turbo combinado a um propulsor elétrico, com potência total que pode superar os 300 cv. Há ainda expectativa de uma opção a combustão com motor 2.0 turbo.
Tank 400: off-road com mais de 400 cv e autonomia elétrica acima de 100 km
Mais ambicioso, o Tank 400 aposta em construção robusta e vocação para o fora de estrada. Com quase cinco metros de comprimento, o modelo compete em um patamar mais elevado de preço e sofisticação dentro da gama GWM.
O sistema motriz é um híbrido plug-in baseado em motor 2.0 turbo que, dependendo da versão, entrega mais de 400 cv de potência combinada. A autonomia elétrica supera os 100 km, e a expectativa é de que o modelo chegue ao Brasil já adaptado ao etanol, seguindo a tendência adotada em outros modelos eletrificados da marca no país.
A GWM já opera no Brasil com modelos como o Haval H6, o Haval H9 e o Ora 03, consolidando presença especialmente no segmento de SUVs médios e elétricos. A chegada do H7 preenche uma lacuna de preço e tamanho na linha Haval, com apelo direto a famílias que buscam mais espaço sem pagar o valor de um H9.
Já o Tank 400 eleva a régua tecnológica e posiciona a GWM como concorrente direta de utilitários premium com tração integral e vocação off-road, segmento dominado por marcas japonesas e americanas. Com compatibilidade ao etanol e autonomia elétrica expressiva, o modelo chega com argumento forte para o consumidor brasileiro. Os preços oficiais ainda não foram divulgados, mas o posicionamento sugere valores competitivos dentro de seus respectivos segmentos.



